—  Bê-a-bá dos Investimentos
A Amazon alcançou US$ 1 tri de valor de mercado. O que isso tem a ver com os seus investimentos?

Uma livraria online que tinha base na garagem de uma casa no subúrbio de Seatle, nos Estados Unidos. Assim era a Amazon, quando foi criada por Jeff Bezos, em 1994. Vinte e quatro anos depois, a empresa é uma gigante de compras e uma constante potência em inovação. Tanto que, na semana passada, entrou para o seletíssimo rol de empresas que ultrapassaram o US$ 1 trilhão em valor de mercado.

Para você ter uma noção, o PIB brasileiro, se convertido em dólar, vale menos que a metade da companhia americana. Sim, toda a riqueza gerada durante um ano inteiro no Brasil não chega à metade do valor de mercado da Amazon.
É chocante, não?

Para chegar a tanto, Bezos apostou na diversificação: o que começou com venda de livros, hoje é uma plataforma global de negócios em música, eletrônicos, cinema, brinquedos e tantos outros. Lançou o Kindle, o Creative Spaces, a Alexa - uma assistente virtual para casas com sistema de inteligência artificial - e controla operações na nuvem para outras gigantes do mercado, um sistema de entregas via drones e uma cadeia inteira de supermercados.

Os números incríveis da Amazon é uma espécie de premiação com louros para quem investiu em papéis da companhia ao longo dos anos, ou pelo menos, uma parte deles. E aqui fica uma grande dica: ter no portfólio de ações empresas com solidez no mercado e potencial de crescimento constante é uma ótima estratégia, pois é capaz de dar mais robustez para os resultados e até amortecer o impacto quando outra companhia apresenta queda por algum período.

Entre os portfólios de renda variável da Warren, por exemplo, é possível investir na Amazon e em outras das principais empresas americanas. Portanto, se você tem foco no longo prazo e quiser ser sócio de Bezos de um jeito fácil e com resultados eficientes, comece a investir aqui.

Franco crescimento

Lançada na bolsa norte-americana em 1997, quando foi avaliada em menos de US$ 500 milhões, a Amazon viu o valor de suas ações ser impulsionado na mesma proporção que a internet foi revolucionando o hábito de compra dos americanos. À medida que a cultura dos e-commerces foi conquistando a confiança da população, a companhia foi criando relevância na participação do mercado.
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A estratégia de Bezos na ampliação dos negócios foi sendo acompanhado de perto pela bolsa.
Em outubro de 2009, as ações custavam em torno de US$ 100.
No mesmo mês de 2017, US$ 1.000.
Na última semana, antes da chegada ao trilhão, o preço unitário do papel bateu os US$ 2.050,26.
Entre quedas e altas, passando pelas constantes ameaças de Donald Trump e o otimismo ao crescimento e expansão de atuação, as ações da empresa tiveram um crescimento de mais de 135.700% ao longo dos 21 anos de negociação na bolsa. Nada mal para se ter no portfólio, hein?

O próximo passo do plano de dominação mundial da Amazon mira nas operações de logística e na publicidade online. Há até quem diga que a empresa de Bezos deve até desbancar a Apple em valor de mercado em breve. Bom, desse embate entre as duas potências, felizes serão os investidores das grandonas americanas que podem pegar a pipoca para assistir à disputa de camarote. Com certeza eles serão recompensados no longo prazo.

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