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Google 20 anos: boa reputação no mercado e planos de avanço na inteligência artificial

O Google completa hoje 20 anos. Criado em uma garagem (veja a imagem abaixo) na Califórnia por Larry Page e Sergey Brin, o que era para ser apenas um buscador por conteúdos dentro da base da Universidade de Stanford, hoje se trata da empresa líder no mercado de publicidade online, de hospedagem de endereços de e-mail, sistema operacional de celulares, além de, óbvio, do mercado de buscas na internet.

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A maior ironia da história do Google ocorreu logo no primeiro ano de lançamento, quando Page e Brin chegaram a tentar vender o projeto por cerca de US$ 1 milhão, mas não encontraram nenhum investidor interessado. O que parecia ser o início do fracasso, na verdade, foi o estopim para uma guinada.
Já na sequência, em 2000, a companhia ampliou projetos de monetização de AdWords.
Em 2004, fechou parceria com o saudoso Orkut.
Em 2006, comprou o YouTube
Em 2015, criou a holding Alphabet.
Hoje, é a terceira empresa mais valiosa do mundo, franca favorita para ser a próxima gigante a atingir o patamar de US$ 1 tri.

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Google e o mercado financeiro

A empresa, que muitas vezes é confundida com a própria internet, estreou na bolsa de valores americana em 18 de abril de 2004, valendo US$ 85 o papel unitário. No dia do vigésimo aniversário, estava oscilando na casa dos US$ 1.200. Uma valorização de mais de 1.300%.

– Ter ações da Google dentro de um portfólio de ações americanas é obrigatório para qualquer gestor ou investidor que possua uma carteira de ações americanas. A inovação normalmente está associada ao risco. Porém, ao longo desses 20 anos, a companhia se mostrou resiliente na entrega de bons resultados. Isso ocorre pois a experiência da empresa nesse tema é inquestionável. É um dos raros casos onde você consegue inovar com previsibilidade – diz Felipe Beys, Gerente de Relacionamento da Warren.

Apesar da discussão em torno da segurança e da privacidade de dados - muito presente nas ferramentas de publicidade do Google - a Alphabet pretende avançar ainda mais no mercado de inteligência artificial (IA). A ideia é aprimorar os mecanismos de buscas e a captação de informação dos usuários, e implementar novas funcionalidades de IA no transporte, na agricultura e até no mapeamento genético. Ou seja, investidores de ações da empresa podem ficar otimistas: com o horizonte de inovação à frente e a boa reputação no mercado, os próximos anos tendem a render bons frutos para os sócios da companhia.

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Créditos das imagens: Reprodução / Google