—  Warren
Como o Warren constrói um portfólio inteligente?

Na criação dos portfólios inteligentes, o Warren utiliza uma metodologia conceituada e vencedora do prêmio Nobel, a Teoria Moderna de Portfólios, junto com a evolução da própria teoria, o modelo de Black-Litterman, e o aprimoramento realizado pela ferramenta de portfólios do Warren.

Teoria Moderna de Portfólios

A Teoria Moderna de Portfólios foi lançada em 1952 pelo economista Harry Max Markowitz e trata-se de um modelo matemático de construção de portfólios de investimento.

A teoria estabelece que o risco e o retorno de um investimento são variáveis que devem ser levadas em consideração juntas e, por isso, a alocação dos ativos deve ser feita levando em conta estas duas variáveis. A missão é encontrar a chamada “Fronteira Eficiente”, na qual é possível receber o melhor retorno com o menor risco.

Para isso, o processo é diversificar a carteira com produtos, como renda fixa e ações, e definir os pesos certos para cada um deles.

Assim, os portfólios estarão “mais preparados”, tanto para enfrentar momentos de turbulência, quanto para velejar bem com os ventos favoráveis!

Black-Litterman

O modelo de Black-Litterman veio em 1990, com Fischer Black e Robert Litterman. Este modelo permite gerar estimativas de retornos futuros e ajuda a compensar algumas deficiências da Teoria Moderna, que pode subestimar os benefícios de diversificação de algumas classes de ativos.

O modelo analisa a forma como todos os investidores de todo o mundo se comportam. Com base nessa informação, cria-se uma espécie de modelo global de alocação de ativos.

É o caminho para sugerir uma alocação mais global, eliminando a preferência por investir somente em empresas locais.

Warren PBO

Para aprimorar ambas as teorias e torná-las mais eficientes em território brasileiro, na qual as variáveis de juro, inflação e volatilidade dos produtos é diferente, o Warren construiu uma ferramenta própria batizada com um nome meio nerd e pomposo, o Warren PBO (Portfolio Builder and Optimizator). 😀

Foram 2 anos de desenvolvimento, envolvendo a equipe de engenheiros do Warren e um dos maiores especialistas do Brasil em Portfólios Eficientes. Nosso mestre Carlos Schonerwald, PhD em Economia e ex-professor da University of Utah.

Usando inputs importantes do mercado brasileiro, a nossa ferramenta otimiza a construção dos portfólios, encontrando os produtos que terão o melhor desempenho com o menor risco, e definindo os pesos de cada um deles nos portfólios de investimento.

Essa definição de pesos bem feita é o chamado asset allocation.

Na seleção dos produtos, é também importante destacar que a ferramenta analisa as variáveis históricas de volume de negócios, liquidez e custo.

O resultado final disso tudo são alocações macro em renda fixa e ações e alocações micro, como títulos pós e pré-fixados em renda fixa, e ações de empresas americanas e brasileiras, grandes e pequenas.

As alocações podem mudar com o tempo?

Sim. Semestralmente inserimos no PBO os inputs históricos de juros e retornos dos ativos. A ferramenta poderá sugerir  mudanças no asset allocation dos portfólios, como uma menor distribuição em renda fixa e maior distribuição em ações em portfólios mais arrojados.

Finalmentes…

Ok, tudo parece muito lindo, mas dá pra explicar em um parágrafo, sem tanto embromation?

Sim! O Warren PBO constrói portfólios eficientes, encontrando os melhores produtos de renda fixa e ações e definindo os pesos certos para cada um deles.

Essa definição de pesos bem feita é o que deixará seus investimentos mais preparados para enfrentar os bons momentos da economia e também os momentos de turbulência.

A Teoria Moderna de Portfólios e o modelo de Black-Litterman são usados pelos maiores gestores do mundo, com sistemas caros e sofisticados para calcular os portfólios e, posteriormente, vendendo esse serviço para grandes investidores.

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(Photo By Nick Hillier)