Você escolheu a sua carreira ou escolheram por você?

Pense bem: afinal, ninguém merece viver aprisionado dentro da própria vida

Mariana Santa Ritta

Mariana Santa Ritta

Autora do Papo de Grana

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Você acorda depois de ignorar três ou quatro vezes o despertador, levanta sem querer levantar, veste uma roupa que esconde algumas das tatuagens que você fez – ou, ainda, que não fez pela pressão social de querer se “enquadrar” -, pega o paletó e sai. Pega engarrafamento no trânsito para chegar no trabalho em que você não queria estar. Passa o dia ouvindo o chefe reclamando de qualquer coisa, passa a vida sentado em frente a um computador que tem de plano de fundo o lugar que você queria estar.

Passa sua vida indo e voltando de uma rotina exaustiva que faz você se sentir pequeno, insignificante, porque realmente não está aproveitando a vida. E a frustração é inevitável!

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Consultando no dicionário, frustração (s.f.) é o estado ou condição de um indivíduo quando se vê impedido – por si mesmo ou por outra pessoa – de atingir a satisfação de uma necessidade de ordem pulsional. Resumindo: o tipo de palavra que a gente não queria nunca conhecer.

E você sabe onde começou isso tudo? Vamos tentar refletir juntos algumas possibilidades para mudar essa realidade; afinal, ninguém merece viver aprisionado dentro da própria vida.

Essa não é a vida que eu escolhi?!

“Os pais sonhavam com os pimpolhos formados: um haveria de ser advogado, e outro médico”. Antes de saber quando foi escrita essa frase, você há de concordar comigo que ela não é muito distante da nossa realidade, sim?

Eu, por exemplo, sempre ouvi inúmeros colegas que, quando questionados sobre “o que seriam quando crescessem”, contavam seus sonhos profissionais: uns queriam ser atletas, outros pintores, astronautas e até escritores. Tinha de tudo um pouco.

O problema é que, em muitos desses casos, o sonho de ser advogado ou médico não era tão presente na cabecinha deles. Mas dos pais sim!

Muitos pais se preocupam com a carreira dos filhos a ponto de querer até determinar o que eles deveriam vir a fazer ou não de suas vidas. Não há nada de errado com a preocupação com o futuro; mas, quando essa preocupação se torna influência nas próprias escolhas dos filhos é bom que essa relação seja repensada.

Segundo uma pesquisa da Teenager Assessoria Profissional, cerca de 72% dos estudantes que estão em fase de escolha de carreira, pré-vestibular, veem-se guiados pela opinião dos familiares. De acordo com o estudo, é comum, ainda, que o argumento mais utilizado seja o que os pais tenham medo dos filhos não serem profissionais bem-sucedidos, de carreiras valorizadas, ou seja, sem grana!

Pela influência da família e os medos que temos, quando jovens, de não sermos bem-sucedidos ou reconhecidos, acabamos cedendo à essa pressão e seguindo uma carreira que não diz respeito aos nossos gostos e desejos de forma alguma.

Mas os tempos mudaram – E MUITO – e você não precisa seguir o que era “comum” antes.  Hoje, são várias possibilidades de carreiras em diversas áreas. Você pode ser, por exemplo, tanto um pintor que vende quadros quanto um pintor que vende cursos online ensinando as suas técnicas. A tecnologia veio para mudar a visão que tínhamos de trabalho.

Não estamos mais restringidos a um cenário em que só existe um número limitado de alternativas de trabalho. Aquele seu sonho que você carregava na infância, assim como os meus colegas que comentei, não precisam ser abandonados para que você possa constituir uma vida financeira saudável e, de quebra, ser feliz!

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Como reverter esse quadro?

Ter propósito é o primeiro passo. Não adianta de nada você viver uma vida em que você não se sente feliz. No livro Por que fazemos o que fazemos, de Mario Sergio Cortella – leitura que nós, do Papo de Grana, indicamos MUITO -, aprendemos a refletir sobre os fatores que envolvem a importância da gente ter um propósito de vida.

A grana é consequência das decisões que você toma na sua vida, claro. Mas bom mesmo é ter grana fazendo o que se gosta, @! Você tem que acordar todos os dias sentindo que vive a sua vida, que tem um propósito e segue ele no seu trabalho.

Quer um exemplo? A atividade de escrita. Gosta de escrever? Ótimo! Você pode, quem sabe, trabalhar com freelas – possibilidades de trabalhos que trouxemos no texto a seguir –  de assuntos que você curte, ou ainda, ministrar um curso online que você grava uma vez e pode vende-lo quantas vezes forem possíveis!

Se é uma coisa que você curte e te motiva, não tem o porquê não seguir isso. Já que são inúmeras formas de trabalho, escolhe um trampo que te faça feliz e só segue!

Pensando assim, não parece mais lucrativo até do que trabalhar dia e noite numa coisa que você não gosta?

É uma mudança de mentalidade que, pouco a pouco, com boas leituras e reflexões, você chega lá. E nós, do Papo de Grana, estamos aqui para isso!

Você é melhor e mais produtivo fazendo o que ama, pode ter plena certeza disso.

No próximo texto, vamos trazer algumas possibilidades de trabalhos alternativos que, muito possivelmente, farão sentido para você. Afinal, a vida é uma só. E deus nos livre de desperdiça-la passando os dias fazendo algo que não nos faz feliz!

Fechado?

Aquele abraço e até a próxima!

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