—  Bê-a-bá dos Investimentos
Você já ouviu falar em Spread?

Sabe quando você paga por um serviço e não percebe aquelas milhares de letras miúdas? Então. Esse é o spread. Aquele pedaço que as instituições financeiras, bancos e corretoras mordem dos seus clientes quando eles negociam (compram ou vendem) algum investimento.

Mas você deve estar pensando: “Ah, mas eu já sei que as instituições financeiras cobram taxas pelos investimentos”. Sim, isso é bem verdade (e também você já deve saber que essas taxas são bem altas).

Nos investimentos em ações, é muito comum cobrarem um percentual do valor transacionado, fixo ou variável, e o investidor consegue verificar o valor cobrado, pois o custo aparece na nota de corretagem.

Mas é nos títulos de renda fixa que o investidor leva uma "mordida secreta".

Os títulos de renda fixa são emitidos com um valor de face pelos emissores. Nesse valor, está embutindo a remuneração máxima do título. Como este mercado é pouco transparente, quando esses títulos são oferecidos para os investidores, parte da remuneração é abocanhada pelo distribuidor. Essa taxa nenhuma instituição mostra. Nenhuma!

E não pense que a bocada é pequena. Afinal, você precisa pagar os escritórios gigantes e os bônus ainda maiores de todos os envolvidos nessa distribuição. Ah… e o pior é que, ainda por cima, vendem para você o discurso de "taxa zero". Sim, nós acreditarmos que bancos e corretoras são ONGs e que estão ali pela causa. Acreditamos também na fada Sininho e que Elvis não morreu.

Não seria melhor se as instituições financeiras oferecessem para seus clientes a maior rentabilidade possível e, de forma transparente, cobrassem uma taxa justa para dar acesso a estes investimentos?

Se você resolver continuar investindo com bancos e corretoras, pergunte do spread para quem lhe vendeu o produto. ;)

Mas, se você estiver com vontade de mudar, aqui no Warren cobramos uma taxa de 0.8% ao ano.
Explicamos um pouco melhor dessa taxa aqui.

Viu? As coisas podem ser muito melhores, muito menos complicadas e mais transparentes. Sem letras miúdas, sem taxas escondidas.

Photo by Patrick Fore